segunda-feira, 7 de abril de 2014

Amatrix

Ninguém me vê de verdade 
Ninguém vê a verdade 
De um coração que chora sem ser consolado 
De uma alma doente que não consegue ser curada 
De um interior que grita sem ser escutado 
De um espírito perdido sem ser achado 
De um sonho partido sem ser colado 
De um garoto vulnerável Perdido 
Desesperado 
Derrotado 
Que esta preste a ser aniquilado 
Pela verdade da verdade de uma verdade que ninguém quer ver 
A verdade que ele próprio fingia não ver.


Poema: Jean-Rio Sant - Fotografia: Osman Balkan

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